O Tribunal Regional Federal da 1ª Região revogou o perdimento de de bens do ex-bicheiro João Arcanjo, nesta quarta-feira (3). A decisão ocorreu durante sessão de julgamento e a condenação de Arcanjo foi anulada por 7 votos contra um. A lista dos bens perdidos há imóveis como uma casa e um hotel em Orlando, na Flórida (EUA) e valores em contas bancárias que somam aproximadamente R$ 1 bilhão.
A defesa explicou que houve a anulação da condenação porque o Uruguai havia indeferido a extradição de Arcanjo com relação a esse processo e, mesmo assim, a Justiça Federal, à época, insistiu em processá-lo. Desta forma, entrou com pedido de revisão criminal. Pontuou que o Uruguai havia deferido a extradição apenas em relação a três ações penais.
Na ação oriunda da Operação Arca de Noé deflagrada em 2002 , que resultou na prisão do ex-bicheiro e bloqueou cerca de R$ 1 bilhão em bens dele para ressarcir o erário diante diante de diversos crimes como contrabando de máquinas caça-níqueis e jogos eletrônicos, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas e agiotagem.
Arcanjo foi preso em 2003, no Uruguai. Após um acordo de extradição entre os dois países, o ex-comendador voltou ao Brasil em 2006. Ele foi condenado pela Justiça Federal a 37 anos de prisão e perda dos bens. Após, o TRF-1 diminui a pena para 11 anos e quatros meses de prisão. Atualmente, o ex-comendador cumpre suas penas em regime aberto.
A defesa explicou que houve a anulação da condenação porque o Uruguai havia indeferido a extradição de Arcanjo com relação a esse processo e, mesmo assim, a Justiça Federal, à época, insistiu em processá-lo. Desta forma, entrou com pedido de revisão criminal. Pontuou que o Uruguai havia deferido a extradição apenas em relação a três ações penais.
Na ação oriunda da Operação Arca de Noé deflagrada em 2002 , que resultou na prisão do ex-bicheiro e bloqueou cerca de R$ 1 bilhão em bens dele para ressarcir o erário diante diante de diversos crimes como contrabando de máquinas caça-níqueis e jogos eletrônicos, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas e agiotagem.
Arcanjo foi preso em 2003, no Uruguai. Após um acordo de extradição entre os dois países, o ex-comendador voltou ao Brasil em 2006. Ele foi condenado pela Justiça Federal a 37 anos de prisão e perda dos bens. Após, o TRF-1 diminui a pena para 11 anos e quatros meses de prisão. Atualmente, o ex-comendador cumpre suas penas em regime aberto.



